Notas & Notícias, Fatos & Fotos sobre inclusão:
BEM VINDOS AO ESPAÇO IRIS MÍDIA!
Eu não sou cachorro não
*texto de:
Fred Melo Paiva
/ Copyright O Estado de S.Paulo, 9/4/2006
A primeira vez que Boris deu com a cara na catraca foi na estação Marechal Deodoro do Metrô. Possuindo rabo e sendo quadrúpede, foi tratado como um cachorro: “Aqui não é permitido animais”, rosnou o funcionário da companhia, barrando sua entrada. Boris não entendia nenhuma palavra de português – é cidadão americano e está no Brasil a trabalho. Limitou-se a mostrar a língua, sem que houvesse nisso qualquer atitude de escárnio. “O fato de ele ser um animal é apenas uma coincidência”, intercedeu a advogada Thays Martinez, 32 anos, fiel companheira de Boris. “Ele não está aqui como bicho de estimação. Eu sou cega e este cão é o instrumento que me permite andar pela cidade.” Diante do inesperado argumento de que o cachorro não era um cão, o funcionário decidiu acionar a chefia. Evocando cláusulas e determinações, a chefia transferiu o problema à instância superior, instância esta que deveria reportar-se a seus diretores, cujos despachos incluiriam a análise dos requerimentos, tudo registrado em cartório e com firma reconhecida. Depois de 7 horas diante do portão de entrada, Boris bocejava com insistência. Foi quando um vira-lata atravessou a rua, enfiou-se por debaixo da catraca e desapareceu pelos corredores da estação. “Que País é este?”, teria se perguntado Boris (em inglês), antes de acomodar-se para uma pestana.
Boris é americano do Michigan. Tem 49 anos – quer dizer, 7, se considerarmos a sua idade de cachorro e não de ser humano. É um cão labrador cuja árvore genealógica certamente esconde algum golden retriever, o que justificaria o fato de ser Boris um cachorro dado a um certo cinismo, nada que comprometa no entanto o seu caráter. Boris nunca teve filhos. É virgem, inclusive. Castraram Boris. Essas são questões bastante pessoais, mas devemos nos ater a elas para compreender o tamanho da dedicação de Boris à sua carreira profissional. Boris é um cão-guia, especialista na condução de deficientes visuais. Não ficaria bem, portanto, vê-lo escarafunchando o cio alheio, ainda mais levando a reboque uma pessoa cega. A abdicação de Boris foi premiada essa semana, quando a Justiça finalmente liberou sua pessoa jurídica para utilizar o Metrô sem nenhuma restrição. “Uma boa discussão pode abrir portas antes insuspeitadas”, escreveu Quiroga na sua coluna de horóscopo, sexta-feira passada, a respeito dos librianos. Boris é de Libra.
Vem de antes do berço a seriedade com que Boris encara seus desafios profissionais. Treinado pela ONG americana Leader Dogs for the Blind, ele passou primeiro por uma seleção genética. A escola, que prepara cerca de 300 cães-guias por ano, tem tentado aprimorar características físicas e de temperamento adequadas à função – “o cachorro não pode ser submisso demais”, explica Thays, “e nem dominante em excesso”. A observação desses aspectos leva a instituição a escolher sempre os filhotes mestiços, frutos dos primeiros cruzamentos entre mais de 20 raças do mundo, do pastor alemão ao poodle gigante. No começo, Boris chamava-se Chips (e uma colega sua, Pepsi). Como os outros cachorros da ONG, foi entregue a uma família voluntária quando tinha 2 meses. Nada a ver, ainda, com os deficientes visuais – durante um ano inteiro, essa família tratou de “socializar” Boris, fazendo-o freqüentar restaurantes, viajar de avião junto com os demais passageiros, passear no shopping. Ensinou-lhe “boas maneiras”, o que no caso dos cães significa não subir no sofá, não defecar no tapete, não atacar o prato de comida dos seres humanos. Aliás, a comida dos humanos, a exemplo do sexo com animais, está vetada desde sempre.
Na adolescência, os cães-guias são devolvidos à escola. Hora de aprender os “comandos de obediência”. O princípio básico é o seguinte: o cão deve andar em linha reta até que haja um obstáculo ou receba a ordem para mudar de direção. Assim, começa a ter noção do que é direita e esquerda. Aprende a parar diante dos degraus e a sinalizar a travessia de uma rua. Desenvolve a capacidade de calcular os obstáculos aéreos – aqueles pelos quais o cachorro passa batido, mas os cegos acabam batendo a cabeça.
Depois de 5 meses de treinamento, tem-se um cão pronto para a labuta – e assim Boris foi parar em um banco de dados, isso quando ainda era Chips. Seu nome passou a fazer parte de um grande arquivo no qual estão listadas cerca de 60 características de cada animal preparado pela Leader Dogs. Essas características seriam depois confrontadas com aspectos físicos e psicológicos dos deficientes visuais, reunidos em um outro banco de dados, similar ao dos cachorros. Foi nessa “agência de casamentos” que Thays encontrou Boris.
Boris não foi o primeiro. Antes dele teve o Astro, um fila brasileiro – Thays era pequena e montava a cavalo nele. Depois veio Tocha, o vira-lata. Debby, uma beagle. Vick, Mini e Bill, os poodles. Paulistana, Thays ficou cega quando tinha 4 anos, por causa de uma caxumba. Só viu o Astro, mas não se lembra da cara dele. Thays não tem memória visual – é como se tivesse nascido cega. Com 7 anos, uma professora da escola contou para ela sobre os cães-guias que tinha visto na Europa. Thays ficou com aquilo na cabeça. “Depois, quando eu já era adolescente, comecei a sentir necessidade de ter um pouco mais de independência”, conta. “Então fui procurar um daqueles cachorros para mim.” De cara, comprou um labrador. Tentou treiná-lo por conta própria. Não imaginava o grau de complexidade que envolvia a tarefa – só viria a descobri-lo na internet, quando uma amiga acessou o site da ONG americana. Thays foi buscar Chips no Michigan quando tinha 26 anos – “de graça, porque a ética de manuseio do cão-guia é a mesma do transplante de órgãos”. Chips virou Boris. E Boris operou uma mudança substancial na maneira que Thays passou a enxergar o mundo. “Tudo o que construí nos últimos anos”, ela diz, “foi conseqüência direta ou indireta da qualidade de vida que o Boris me trouxe”.
Boris é hoje um sujeito bilíngüe. Há seis anos no Brasil, aprimorou e muito a sua capacidade de parecer gente. “Encontre uma escada para mim”, ordena Thays. E lá vai o Boris. O comando funciona também para “elevadores, mesas, cadeiras” e o que mais se desejar. Se Thays está de tênis, ele anda “rápido e relaxado”; se coloca salto, estará atento aos mínimos buracos. Para que memorize um endereço (um cão-guia é capaz de guardar na cabeça cerca de 200), basta que ela o leve duas vezes até o local. Na terceira vez, Boris vai sair de casa, tomar o caminho do Metrô ou do ônibus, sair da estação na direção correta, dobrar esquinas, atravessar ruas, achar a entrada do prédio e levá-la até o balcão de atendimento. Por fim, será agraciado com “uns biscrocs”, que é o seu “suborninho” – Boris já abrasileirou-se e esse não é o único indício. Boris gosta de água-de-coco e Chico Buarque.
Errar é humano, mas apesar disso Boris não erra. É apenas ligeiramente cínico, como já se disse. Nada que se compare a um golden retriever, capaz de fazer uma curva com tanta antecedência e sutileza que não será notada pelo deficiente visual – permitindo assim que o ardiloso cão vá urinar numa árvore completamente fora do esquadro. Boris é como um labrador – vai direto ao ponto, sendo assim facilmente descoberto. Um dia, enquanto caminhavam pela calçada, Thais notou uma estranha curva, que ia até o meio da rua e depois retornava à calçada. Voltou para certificar-se da necessidade daquele desvio e descobriu que Boris se desvencilhara de uma árvore caída. “Parabéns, Boris!”, disse ela, sacando do bolso o biscroc. Mais adiante, o movimento se repetiu. Mais um biscroc. Logo depois, outro desvio, novo biscroc. Na quarta vez, ela perguntou para alguém que passava: “Por que ele está fazendo essas curvas?” “Da primeira vez havia uma árvore no chão”, responderam. “Mas das outras vezes, não tinha nada…” Tinha biscroc.
É muito raro que Boris se comporte como um moleque enquanto estiver vestindo o arreio com o qual Thays o segura. É de uma responsabilidade comovente. Quando trabalhava no Banco Real, entre 2003 e 2005, ela só o liberava depois que ele a levasse até a sua mesa. “Agora sim, Boris, vai cumprimentar os seus amigos.” Boris passava de mesa em mesa, no andar inteiro, abanando o rabo para cada um de seus colegas. Penetrava em reuniões, largava-se no chão ao lado dos mais chegados. Se Thays precisasse dele, dava um ou dois telefonemas até localizá-lo. “Boris, a Thays está te chamando” – bastava isso para que reassumisse seu posto imediatamente.
Thays é de uma família de classe média de São Paulo – estudou a vida inteira em escola pública, o que não a impediu de passar no vestibular para Direito da USP. Trabalhou no Ministério Público, ela e Boris. Hoje é presidente do Instituto Iris (de Responsabilidade e Inclusão Social). Advoga principalmente para o terceiro setor. Há três anos, confiando na sua parceria com Boris, saiu da casa dos pais para morar sozinha – quer dizer, com ele. Thays tem namorado. Boris não liga – quando está em casa, passa a maior parte do tempo deitado em frente à porta da rua. À noite, acomoda-se no edredom que fica no chão do quarto. Há alguns anos, Thays descobriu que Boris gosta de travesseiro. Boris põe a cabeça no travesseiro. Estará aposentado quando completar 10 ou 11 anos (70, em termos humanos). Terá de ser substituído, podendo-se dedicar a ser um cachorro comum em tempo integral. Recentemente, Thays descobriu que Boris também gosta de uma coberta sobre o corpo – de modo que um dia desses é capaz que ele acenda o abajur e puxe um livro do criado-mudo.
20/01/2007
CÃO GUIA IRIS E GRENDACC JUNDIAÍ
O Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc), em parceria com a Seção de Controle da Zoonoses em Jundiaí, promoveu na tarde de ontem mais um encontro dentro do programa “Com Bichos e sem Grilos”. O evento reuniu crianças portadoras de doenças hematológicas crônicas atendidas pelo Grendacc. A palestra foi ministrada pelo apresentador da Rádio Difusora Jundiaiense (810 AM), Beto Pereira.
Durante a palestra, ele comentou sobre a importância de respeitar e aprender a conviver com as diferenças entre os seres humanos e entre os animais. Pereira é deficiente visual e tem um cotidiano comum, que inclui pequenas viagens, trabalhos e compromissos sociais.
Há sete anos, o apresentador ministra palestras em escolas, universidades e empresas de todo o País. “É importante que as crianças aprendam a conviver com as doenças e deficiências e que se respeitem. Quero mostrá-las que é preciso se cuidar e se adaptar as limitações, além de estudar”.
Depois de conversar com os assistidos e as mães, Beto apresentou o seu cão-guia, Simon, um labrador americano com dois anos e meio. Ele é o único em Jundiaí. “No Brasil, o cão-guia ainda é raro de ser encontrado. Em uma pesquisa que fiz, descobri que só existem 40″. Saymon foi treinado por dois anos em Michigan. “Ele está estranhando o Brasil. Aqui tem calçadas esburacadas e muitos postes. Acredito que daqui um ano, estará adaptado”. Ao final do encontro, todos se divertiram com o labrador.
Segundo ela, o animal faz parte do tratamento terapêutico, já que a pelagem oferece efeito calmante. “As crianças confiam os seus segredos aos animais, falam de suas dores e medos. Isso porque elas sabem que eles não podem falar”.
Alessandra Marques
FONTE: JORNAL DE JUNDIAI
AUTOR: Alessandra Marques
TEMA: cão guia Simon, Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc),
CONTATO: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=2&Int_ID=9818
Escrito por Boris
FONTE:
AUTOR:
CONTATO:
TEMA:
**************************************************************************
Revista do Terceiro Setor
O Instituto Íris e a Fundação Predicta lançaram o projeto social ISEE (de … a Câmara dos Deputados promoveu debates sobre inclusão social de pessoas com deficiências
**************************************************************************
Projeto treina cães-guias para deficientes visuais
08 de Dezembro de 2006
O Instituto Íris e a Fundação Predicta lançaram o projeto social ISEE (de Interactive Sight Engineering Experience, que significa Experiência de Visão Interativa). Por conta dessa parceria, quatro deficientes visuais estão na escola Leader Dogs, em Michigan, Estados Unidos, onde ganharam cães-guias e agora passam por treinamentos de adaptação para retornar ao Brasil, em dezembro. Hoje, apenas seis dos mais de dois milhões de deficientes visuais na grande São Paulo possuem cães-guias seriamente treinados para essa função. Mais informações pelo telefone (11) 7232 8132
**********************************************************************
Acessibilidade – Prodam – PMSP
O Instituto Iris – de responsabilidade e inclusão social é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 11/08/2002 – São Paulo – SP tem a missão de …
www.prodam.sp.gov.br/acess/linkresultado.asp?links=Defici%EAncia+Visual+Nacionais&enviar=ok – 15k – Em cache – Páginas Semelhantes
G.E.N.T.T. Eficaz
http://www.iris.org.br – Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social – Cães Guia – Participe! http://www.fun-selma.org.br – Terapias de Interação com os …
www.gentteficaz.com.br/1cidadania.asp -
*************************************************************************
Governo do Estado de São Paulo – Secretaria de Estado
… Eunice Aparecida de Jesus Prudente, recebeu nesta quinta-feira, 6 de abril, a presidente do Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), …
www.justica.sp.gov.br/Noticia.asp?Noticia=2163 – 31k – Em cache – Páginas Semelhantes
************************************************************************
Todos Nós – Ibirapuera pode ter escola de cão-guia-Folha de São Paulo
IC – Instituto de Computação da Unicamp … a iniciativa privada e uma entidade do terceiro setor – Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), …
www.todosnos.unicamp.br/Ideias/Noticias/Antigas/n55-html – 40k – Em cache – Páginas Semelhantes
***********************************************************************
Portal da Oftalmologia – Notícias
Ela preside atualmente a ONG Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), que promove ações de inclusão para deficientes visuais. …
www.portaldaretina.com.br/home/noticias.asp?cod=503 – 15k – Em cache – Páginas Semelhantes
Sicorde
A advogada e presidente do Instituto IRIS – de Responsabilidade e Inclusão Social, Thays Martinez, de 29 anos (deficiente visual), faz questão de frisar a …
www.sicorde.to.gov.br/det_art.asp?npublicacoes=28 – 8k – Em cache – Páginas Semelhantes
Folha Online – Cotidiano – TJ julga decisão que permitiu entrada …
Ela preside atualmente a ONG Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), que promove ações de inclusão para deficientes visuais. Especial …
www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u119741.shtml – 25k – Em cache – Páginas Semelhantes
Página do Jairo – Sites Interessantes.
IRIS – Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social – Cães guia, treinamento. … OAPCE – Programa de Inclusão Social. …
www.paginadojairo.pop.com.br/saites.htm – 8k – Em cache – Páginas Semelhantes
Escrito por Boris às 15h16
[ (0) Comente ] [ envie esta mensagem ]
Inclusão Social — Portal Interlegis
IRIS. Intituição com o objetivo de inclusão social para dificiente-visual. … O conteúdo deste portal é de responsabilidade do Programa Interlegis, …
www.interlegis.gov.br/cidadania/inclusoes/inclusao-social – 58k – Em cache – Páginas Semelhantes
Universia Brasil – Programação IV Senabraille – Seminário Nacional …
Thays Martinez – presidente do Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social) e membro da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB …
www.universiabrasil.net/html/materia/materia_jcjd.html – 35k – Em cache – Páginas Semelhantes
Pet Imagem – Diagnósticos Veterinários
O Instituto IRIS (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social) é uma entidade sem fins luc… Ler Notícia. Documentação para o Trânsito Nacional de …
www.petimagem.com/ – 6k – Em cache – Páginas Semelhantes
Portal da Oftalmologia – Notícias
Ela preside atualmente a ONG Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), que promove ações de inclusão para deficientes visuais. …
www.portaldaretina.com.br/home/noticias.asp?cod=503 – 15k – Em cache – Páginas Semelhantes
::::: DOGWALKER.COM.BR – PASSEIO E ADESTRAMENTO :::: | (Passeio de …
… entidade do terceiro setor -Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), … O Iris, que dispõe de um instrutor treinado na Nova Zelândia, …
www.dogwalker.com.br/noticias/noticias.php?lg=1&idn=68&titulos=Ibirapuera – 14k – Em cache – Páginas Semelhantes
IRIS – Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social
Instituto IRIS – Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social. http://www.iris.org.br · http://www.caoguia.zip.net. “Sou presidente de uma ONG, Instituto …
www2.uol.com.br/leilapinheiro/pop_iris.htm – 4k – Em cache – Páginas Semelhantes
**************************************************************************
Núcleo de Informação a Pessoa Portadora de Deficiência
Thays é presidente do Íris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), que leva gratuitamente, todo ano, oito pessoas para a Leader Dogs for the …
www.nppd.ms.gov.br/noticia.asp?not_id=159 – 29k – Em cache – Páginas Semelhantes
Instituto OlhosDaAlmaSã
THAYS MARTINEZ (Advogada e Presidente do Instituto Íris – Responsabilidade e Inclusão Social). 20/Julho (quarta-feira) 19:00 horas …
www.olhosalma.com.br/instituto/parceria_premio.html – 20k – Em cache – Páginas Semelhantes
Caade – Notícias
Palestra, nos auditórios 3 e 4, com o tema INCLUSÃO DIGITAL, por: … de São Paulo; presidente do Iris — Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social e …
caade.mg.gov.br/sistema/detalhenoticia.asp?Cod_Assunto=1&Seq_Noticia=1&Data_Noticia=25/10/2005 – 27k – Em cache – Páginas Semelhantes
***************************************************************************
Instituto IRIS
O Instituto IRIS – De Responsabilidade e Inclusão Social é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 2002 em São Paulo (SP), e tem a missão de desenvolver atividades que acelerem o processo de inclusão social das pessoas portadoras de deficiência visual. O instituo elegeu como prioridade a difusão do cão-guia como grande facilitador desse processo.
Este Instituto é o único no Brasil com um instrutor reconhecido pela Internacional Guide Dog Federation (Inglaterra), especialmente qualificado para esse fim na Royal New Zealand Foundation for the Blind – Guide Dog Services (Nova Zelândia).
http://www.petimagem.com/?Page=Partners
Nosso Compromisso
O PET IMAGEM – Diagnósticos Veterinários foi criado em abril de 2006 com o propósito de oferecer serviços diferenciados num mesmo espaço, voltado para o auxílio no diagnóstico das diferentes doenças, buscando qualidade e eficiência, contribuindo assim com os Médicos Veterinários de Animais de Companhia, nossos clientes.
*********************************************************************
.
Programação IV Senabraille – Seminário Nacional de Bibliotecas Braille
Publicado em 25/11/2005 – 16:54
Thays Martinez – presidente do Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social) e membro da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil
http://www.universiabrasil.net/html/materia/materia_jcjd.html
LINKS SOBRE DEFICIÊNCIA VISUAL
O Instituto Iris – de responsabilidade e inclusão social é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 11/08/2002 – São Paulo – SP tem a missão de desenvolver atividades que acelerem o processo de inclusão social das pessoas com deficiência visual; e elegeu como prioridade institucional, a difusão do cão guia como grande facilitador desse processo.
http://hygeia.fsp.usp.br/acessibilidade/cd/cdacess/html/links_nac.htm
Monica Secord of Grand Blanc walks her Leader Dog ‘Miranda’
down the front steps of the U. S. District Court building in Flint.
FONTE: http://www.mlive.com/news/fljournal/index.ssf?/base/news-29/1117466474125550
AUTOR: Ken Palmer / FOTO: LISA DEJONG/ The Flint Journal)
CONTATO: Ken Palmer kpalmer@fljournal.com
TEMA: Federal court goes to the dogs for a cause: Leader dog trainee first judicial pooch
FOTO: http://photo.dev.advance.net/cgi-bin/slide-show.cgi/mlive/admin/slide_show_admin.ata?index=3&g_id=1731
MIRANDA NA CORTE FEDERAL AMERICANA.
Federal court goes to the dogs for a cause: Leader dog trainee first judicial pooch
5/30/2005
From: MLive.com, Michigan
Submitted by Leon Gilbert
By Ken Palmer kpalmer@flintjournal.com • 810.766.6313
Straining against her leash, Miranda sauntered up to Senior U.S. District Judge Paul V. Gadola, her tail wagging wildly.
She nipped at the judge’s robe, then rolled onto her back.
“Hi, Miranda,” said Gadola, who accepted the invitation and bent over to rub the dog’s stomach.
“That’s not very ladylike, Miranda,” quipped Monica Secord, a law clerk for Gadola and Miranda’s trainer-companion.
It might have seemed out of place in the quiet, serious atmosphere of federal court. But the scene in Gadola’s outer chambers on Thursday is pretty much a daily occurrence at the federal courthouse in Flint, where animals have been part of the landscape, off and on, for years.
Miranda, a 4-month-old black Labrador retriever, is a leader dog in training. She’ll spend most of her first year with Secord before going back to the Leader Dogs for the Blind headquarters in Rochester.
If all goes well, Miranda will help a blind person get around.
Secord, 29, of Grand Blanc, is a first-time puppy trainer who signed up with the Leader Dog program while still in law school. When the call came that a dog was available, Gadola agreed to let Secord bring the pup to work with her.
Naming the dog was a collective effort, Secord said. The staff agreed on Miranda, after the 1966 Miranda v. Arizona ruling, which held that police must warn defendants they have a right to remain silent.
Miranda accompanies Secord to work every day so she’ll be acclimated to people and places while leading a blind person. The regimen includes daily walks, both inside and outside the courthouse.
“I think she knows more people in the building than I do,” Secord said.
“We call Miranda our puppy therapy,” said Tammy Hallwood, who works in the court clerk’s office. “It’s part of your day. We’re really going to miss her when Monica leaves.”
Staff in the federal courthouse on Church Street are accustomed to animals in the building.
Zeb, a black cat, became something of a local celebrity after Gadola and his staff adopted him from the local Humane Society shelter.
Gadola, an animal lover who has cats at home, reluctantly agreed to adopt a kitten. Instead, the two staffers came back with the skinny, 10-year-old Zeb, whose owner was forced to give him up when he moved.
Zeb spent his remaining years at the courthouse after Gadola and staff spared him from a probable death sentence.
Zeb followed in the footsteps of Buddy, a burly cat who roamed the chambers of U.S. District Judge Stewart A. Newblatt. Buddy went to live with a probation officer when Newblatt retired in 1998.
Gadola recalled being in Newblatt’s chambers when Buddy climbed onto the desk and plopped down on the lawyers’ papers. Zeb was known to use the same attention-getting strategy, he said.
Miranda, the first courthouse dog, has been a pleasure, Gadola said.
“The dog has really been well-behaved,” he said. “You hardly know she’s even here. Sometimes you’ll hear (a short bark), but that’s it.”
Miranda will leave with Secord when the lawyer completes her term as law clerk in September. A few months after that, the dog will go back to the Leader Dog organization to complete her training.
“I just compliment her for (doing this),” Gadola said of Secord. “It’s a real gracious gesture, training a dog and knowing you’ll have to return it.”
No one expects that Miranda will be the last dog or cat to hang at the courthouse.
“(Assistant U.S. Attorney) Bob Haviland says the next dog or cat we have should be named after the other half of the Miranda case — Arizona,” Gadola said.
© 2005 Flint Journal. Used with permission
http://www.mlive.com/news/fljournal/index.ssf?/base/news-29/1117466474125550.xml
fonte: http://geoffandwen.com/Blind/newsarticle.asp?u_id=6193
FOTO: MIRANDA NO COLO DE MONICA SECORD, SOCIALIZADORA DA GUIA NOS EUA.
FOTO: Four-month-old Labrador Retriever ‘Miranda’ sits on the lap of Monica Secord inside her office at the U. S. District Court building in Flint.
http://photo.dev.advance.net/cgi-bin/slide-show.cgi/mlive/admin/slide_show_admin.ata?index=3&g_id=1731
******************************************************************
11/01/2007 16:54:48
Deficiente Visual quer ampliar ações sobre Cão-Guia em Jundiaí
A Prefeitura der Jundiaí foi procurada nesta semana pelo deficiente visual Beto Pereira, conhecido na cidade por atuar como radialista e por já ter participado de novelas e ter sido entrevistado em várias oportunidades pela mídia local e nacional, para tratar de um tema ainda relativamente novo no Brasil: o Cão-Guia. Beto é um dos primeiros jundiaienses a fazer uso do animal como alternativa ao uso da bengala.
A idéia que ele apresentou ao veterinário Carlos Ozahata, coordenador da Seção de Controle de Zoonoses, e à Diretoria de Comunicação foi a de desenvolver ações sobre o uso de Cão-Guia na cidade, orientando sobre obrigações e deveres dos usuários. Atualmente, os Estados Unidos são considerados o País modelo em treinamento de Cão-Guia no mundo e é de lá que veio o cachorro Simon, que foi treinado exclusivamente para atender todas as necessidades de Beto. Os comandos ainda são dados em inglês e no momento o cachorro ainda está passando por treinamento em Jundiaí. A idéia é que seu caso seja usado como instrumento para conscientização.
Uma das propostas é que a atividade “Com Bichos e Sem Grilos”, desenvolvida junto a grupos de crianças do Grendacc, possa ter uma parceria como objetivo de conscientização da importância do animal como instrumento de trabalho e do uso dele em locais públicos. “A proposta é muito interessante porque para a pessoa portadora de deficiência visual esse cachorro treinado tem uma utilidade muito grande”.
No Brasil existem menos de 45 Cães-Guia e o número de deficientes visuais é estimado em 1,2 milhão pelos dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. A vantagem do uso do cão-guia sobre a bengala é que ele garante maior velocidade e desenvoltura na locomoção, já que os cachorros antecipam obstáculos e orientam o usuário sobre o melhor caminho, o desvio dos obstáculos aéreos como galhos de árvores e telefones públicos, a facilidade de socialização e o encontro de referências como portas e escadas. O treinamento de Cães-Guia no Brasil ainda é um processo que está no início e são poucos os centros que fazem esse trabalho.
Quem precisar de mais informações sobre o tema pode entrar em contato com Beto pelo telefone 4526-8799 ou pelo e-mail betopereiraconcultorias@uol.com.br.
Roberta Dutra
http://www.jundiai.sp.gov.br/PMJSITE/portal.nsf/V03.02/index_noticia?OpenDocument&url=..%2F..%2F..%2FPMJSITE%2FnoticiasPMJv2.nsf%2FvwHistoricoPorMes%2F00D11D7465BE6FA303257260006C6E7F%3FOpenDocument
****************************************************************
Inclusão | Práticas5/12/2006 – 13h0min
São Paulo – Cães-guia ajudam deficientes visuais
Na Grande São Paulo, apenas seis dos 2 milhões de deficientes possuem animais treinados.
Independência, flexibilidade, agilidade e confiança. Essas foram algumas das palavras ditas pelo primeiro grupo de deficientes visuais ao ganharem os “novos olhos”, os cães-guias. Isso só foi possível graças à iniciativa inédita da Fundação Predicta em parceria com o Instituto Íris (Instituto de Responsabilidade e Inclusao Social) que lançaram o projeto social I.S.E.E., que tem no duplo sentido do inglês “I see” seu segundo significado: eu vejo.
Por conta dessa parceria, quatro deficientes visuais (Kátia Antunes, Genival Silva, Wagner Vancier e Clóvis Pereira) já estão na escola Leader Dogs, > em Michigan, Estados Unidos, onde ganharam seu cão-guia e agora passam por treinamentos de adaptação para retornar ao Brasil, em dezembro. Hoje apenas seis, dos mais de 2 milhões de deficientes visuais, na grande São Paulo, possuem cães guias seriamente treinados para essa função.
FONTE: AGÊNCIA SOCIAL
http://www.agenciasocial.com.br/noticias_integra.asp?idNoticia=827
Ensino | Sociedade27/12/2006 – 12h53min
Brasília -
MEC aumenta o número de alunos que recebem livros didáticos
O material é distribuído para todas as escolas públicas de ensino médio.
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) aumentou a base de alunos que receberam publicações didáticas, periódicos, dicionários e livros em 2006. A distribuição de livros didáticos de português e matemática foi expandida a todas as escolas públicas de ensino médio. O número de beneficiados cresceu mais de sete milhões. Os investimentos alcançaram R$ 543,8 milhões.
****************************************************************
LEILA PINHEIRO
Cara Thays,
obrigada por ter escrito comentando meu Blog e me abrindo a possibilidade de conhecer e ajudar a divulgar o trabalho dos cães guia.
Conte comigo.
Já encaminhei para ser incluido no meu site o link do Instituto Iris e do Projeto Cão Guia – dois trabalhos pouco conhecidos e tão bonitos e importantes no auxílio de tanta gente que precisa desta ajuda.
Sou louca por cachorros e não vivo mais sem eles. Agora tenho uma poodle pequenina, com 1 ano e meio, caramelo claro, chamada Maricotinha, que me enche de carinho e é minha grande companheira.
Deixo um abraço pra você, desejando que tenha com sua família, um ótimo fim de ano e um 2007 maravilhoso com muita saúde e muito amor.
Até sempre!
Leila
http://www2.uol.com.br/leilapinheiro/
*******************************************************************
1/2/2006
IV Senabraille
Evento reuniu educadores, bibliotecários e representantes de instituições voltadas para deficientes visuais de todo país, contando também com convidados internacionais
Apesar do direito a livros digitais e em Braille para deficientes visuais, ainda há dificuldade em encontrar títulos nessas versões, salvo em instituições como Fundação Dorina Nowill para Cegos ou em bibliotecas com serviços para esse público, como a do Centro Universitário Senac – campus Santo Amaro. Essa foi uma das tônicas do IV Senabraille – Seminário Nacional de Bibliotecas Braille, que ocorreu entre os dias 30 de novembro e 3 dezembro no Centro Universitário Senac.
Para Deise Fernandez, líder do Programa de Valorização a Diversidade da CPFL, de Campinas, as editoras deveriam lançar livros em CDs junto com as versões originais impressas. Denise é deficiente visual e participou de mesa-redonda sobre empregabilidade no dia 3. A oferta de livros acessíveis também foi comentada durante a palestra da convidada internacional Geidy Lung, da WIPO ( The World Intellectual Property Organization), da Suíça, que falou sobre questões ligadas à propriedade intelectual.
O IV Senabraille debateu a inclusão social do deficiente visual no trabalho, educação e informática, reunindo mais de 500 participantes de todo país, como educadores, bibliotecários, representantes de instituições e ONGs voltadas para deficientes visuais. Entre os convidados, estava o mexicano Jorge Fernandez Garza, coordenador de projetos da Force Foundation, entidade com sede na Holanda, que incentiva os países em desenvolvimento a oferecerem o acesso à informação para crianças e adultos com deficiência visual. Para Garza, o Brasil está bastante adiantado quando o tema é a preocupação com a inclusão social dos deficientes visuais. “Iniciativas como o Senabraille comprovam que os brasileiros estão empenhados em procurar caminhos para oferecer acesso a essas pessoas”, completa.
Outra questão debatida no seminário foi a necessidade de um catálogo coletivo de publicações Braille. A idéia é montar um banco de dados sobre os acervos disponíveis em bibliotecas de todo o país, para que haja uma troca de informações entre as instituições. O diretor vice-presidente editorial da Fundação Dorina Nowill, Alfredo Weiszflog, reforçou essa necessidade e comentou que a entidade será responsável por esse projeto.
Além de contar com convidados internacionais, o evento mostrou experiências nacionais, como da bibliotecária Jerusa Maria Ferreira de Souza, que há 26 anos trabalha na Biblioteca Pública da Bahia e hoje é responsável pelo acervo Braille da instituição. Os consultores técnicos da Laramara – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, Antônio Carlos Barqueiro e Rosângela Barqueiro mostraram cases de deficientes visuais, que passaram pela entidade e foram encaminhados para o mercado de trabalho. A Laramara tem parcerias com empresas e já indicou mais de 300 pessoas com baixa visão e deficiência total para uma vaga de emprego.
A advogada e presidente da IRIS – Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social, Thays Martinez, relembrou sua luta para mostrar seu potencial profissional, no início da carreira como advogada, independentemente de sua deficiência visual. Thays também relatou sua luta para o direito de entrar em locais públicos com seu cão-guia.
Essa edição do seminário também contou com oficinas, como musicografia, recursos ópticos eletrônicos para pessoas com baixa visão, mobilidade e cão guia. A apresentação da peça Consciência Sim, Preconceito Não! do grupo Blind & Company, formado por deficientes visuais, de Campinas, e o lançamento do primeiro livro Braille da Editora Senac São Paulo, A Semente da Vitória – com a presença do autor Nuno Cobra foram algumas das atrações culturais.
Bibliotecas em Braille
Hoje existem no Brasil 1.200 bibliotecas públicas, segundo dados da Fundação Biblioteca Nacional. Desse total, apenas 96 oferecem serviços Braille. Para a diretora da biblioteca do Centro Universitário Senac, Jeane Passos, mais do que discutir a questão das bibliotecas Braille do país, o IV Senabraille mostrou também que é preciso inserir os deficientes visuais na sociedade.
Deficientes visuais no país
De acordo com o último censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2000, dos 16,5 milhões dos deficientes visuais, cerca de 160 mil têm deficiência total. A região sudeste tem a maior concentração, quase seis milhões de pessoas. Proporcionalmente, porém, a região nordeste é a que tem maior número por habitante: 11,2% da população (5,6 milhões) têm deficiência total ou baixa visão.
Fonte: In Press Porter Novelli – assessoria de imprensa do Senac São Paulo
http://www.portaldaretina.com.br/home/noticias.asp?cod=410
****************************************************************
link NOTÍCIA: http://www.ame-sp.org.br/noticias/news/tenews82.shtml
Brasil tem poucos especialistas no treinamento de cães-guia
Muito mais do que um companheiro de todas as horas, o cão-guia é para o deficiente visual um instrumento de locomoção. Assim como a bengala, auxilia o cego a realizar atividades do dia-a-dia, como passear na calçada, andar de metrô e ônibus, entre outras. O cachorro mais utilizado para esta função é o labrador, mas outras vinte raças também são treinadas, sendo que existe uma linhagem específica de cães-guia, ou seja: nem todo cão pode se tornar um acompanhante de deficientes.
A advogada Thays Martinez conta que sua vida mudou desde que passou a andar acompanhada de seu cão Boris. “Ele me trouxe independência, vou a todos os lugares. Boris substitui a bengala totalmente”, diz. Thays é presidente do Íris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), que leva gratuitamente, pessoas para a Leader Dogs for the Blind, em Michigan, nos Estados Unidos. Lá, os deficientes recebem um treinamento para lidar com cães-guia e voltam ao Brasil com o animal, a custo zero.
Links úteis: Para saber mais, entre em contato com as instituições que fazem esse tipo de trabalho no Brasil. Lá, você vai ter todas as informações que precisa.
Íris
Tel.: (11) 7398-8776
http://www.iris.org.br
*****************************************************************
Fonte: Globo.com – Site Sentidos: www.sentidos.com.br
FOTO: BORIS E THAYS NA ESCADA ROLANTE DO METRO
Escrito por Boris às 11h21
[ (0) Comente ] [ envie esta mensagem ]
LINK: matéria, SENTIDOS, em: 3/8/2001
O Projeto Cão Guia tem como objetivo treinar cães para facilitar a inclusão social do deficiente visual, oferecendo maior mobilidade e independência.
http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=789&codtipo=2&subcat=46&canal=ligado
Escrito por Boris
*********************************************************
Projeto Cão Guia
O ÍNICIO DE UMA JORNADA!!!
Reportagem: Denilson G. Nalin
Foto: Silvana A. Barbosa
Inserida em: 3/8/2001
O Projeto Cão Guia tem como objetivo treinar cães para facilitar a inclusão social do deficiente visual, oferecendo maior mobilidade e independência.
A equipe de reportagem do Sentidos esteve presente, na segunda-feira dia 30 de julho ( 2001) na Casa Rhodia, Rua Canadá, 424, Jardim Europa, SP, no evento do Projeto Cão Guia, idealizado pela Escola de Cães Guias Helen Keller, de Florianópolis, SC, representado pelo vice-presidente Carlos Henrique, deficiente visual, e com parceria do I.A.D.V. – Instituto de Apoio ao Deficiente Visual ( IRIS) e iniciativa do CBO – Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
A abertura do evento foi feita por Thays Martinez, advogada, deficiente visual, que conseguiu liminar para circular com seu cão guia em locais públicos. Thays disse: “que com o Projeto Cão Guia, primeiro da América Latina, sua vida de um ano pra cá mudou muito, pra muito melhor, não só em questões técnicas, de locomoção, mas em especial no que se refere à inclusão social”.
Escrito por Boris às 11h01
[ (0) Comente ] [ envie esta mensagem ]
**************************************************************
BLOG IRIS NA MÍDIA
http://iris-midia.zip.net/
www.iris.org.br
SENABRAILLE – Seminário Nacional de Bibliotecas Braille
O SENABRAILLE nasceu do idealismo de um grupo de bibliotecários com o objetivo de propiciar um espaço para a troca de experiências, para a divulgação de projetos bem sucedidos e, principalmente, realizar a análise sobre a questão do acesso à informação pelos portadores de deficiências visuais.
Centro de Convenções do Centro Universitário Senac — Campus Santo Amaro
São Paulo — Brasil — 30 de novembro a 3 de dezembro de 2005
Programação
— Thays Martinez (debatedora), advogada pela USP; com MBA em marketing de serviços pela ESPM — Escola Superior de Propaganda e Marketing, de São Paulo; presidente do Iris — Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social e membro da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB — Ordem dos Advogados do Brasil
http://caade.mg.gov.br/sistema/detalhenoticia.asp?Cod_Assunto=1&Seq_Noticia=1&Data_Noticia=25/10/2005
Escrito por Boris às 10h19
LINKS
www.iris.org.br
http://www.caespastores.com/links/links.htm
http://www.olhosalma.com.br/instituto/parceria_premio.html
http://www.nppd.ms.gov.br/noticia.asp?not_id=159
http://caade.mg.gov.br/sistema/detalhenoticia.asp?Cod_Assunto=1&Seq_Noticia=1&Data_Noticia=25/10/2005
Escrito por Boris às 10h18
[ (0) Comente ] [ envie esta mensagem ]
Cães guia de cegos, inclusão social e responsabilidade social.
Escrito por Boris às 10h17
[ (0) Comente ] [ envie esta mensagem ]
Leader Dogs For The Blind
I. Background
Brazil, by far the largest country in South America, has a population of 170 million inhabitants, and according to CBO – Brazilian Ophthalmic Association – there are 1.2 million people visually impaired. From those who suffer from blindness, around 15 thousand people are potential dog guide users.Although those numbers are quite impressive, currently there are only 17 dog guides in Brazil and 13 have been trained abroad (7 at Leader Dogs For The Blind – MI, 4 at Guide Dog Foundation – NY, 1 in California and 1 in Italy).
Escrito por Boris às 10h16
[ (0) Comente ] [ envie esta mensagem ]
BEM VINDOS AO ESPAÇO IRIS MÍDIA!
Um canal para divulgar o cão guia no brasil.
Histórico
* 01/05/2007 a 31/05/2007
* 01/01/2007 a 31/01/2007


